O mundo de maneira geral, e o corporativo em particular, são exigentes quando se trata da comunicação escrita. Embora muitas vezes não se diga abertamente isso, as pessoas que se expressam melhor escrevendo levam vantagem na competição acirrada dos nossos dias. Aquela mensagem eletrônica pouco clara, por exemplo, pode comprometer uma estratégia empresarial, ou um relatório mal elaborado, quem diria, adiar a prometida promoção. Que tal nos prepararmos melhor para enfrentar o desafio de construir um texto? Vamos “pôr a mão na massa”? Por meio da prática e da aplicação de algumas técnicas provaremos que é possível.
Data: 15 de agosto de 2010 - Domingo Horário: 10h30 às 17h30 - 1 hora de Intervalo Local: Bienal do Livro de São Paulo - Centro de Exposições Anhembi - SP Valor único: R$ 180,00.
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Ricardo Ramos Filho nasceu no Rio de Janeiro, filho e neto de escritores. Cedo se mudou com a família para São Paulo, criando sólidas raízes no bairro de Pinheiros. Ainda muito novo, incentivado e orientado pelos pais, adquiriu o hábito de ler. Esse prazer incorporou-se em sua rotina e não mais o abandonou. A leitura é companheira amiga, escrever foi consequência. Os textos infantis surgiram aos poucos, consolidando-se como especialidade. Nesse gênero pode voltar a ser menino, viver aventuras que remetem a uma infância feliz e deixar a imaginação correr solta. Ao seu livro de estréia Computador sentimental (1992), ganhador do prêmio Adolfo Aizen/1993 de melhor livro juvenil, seguiram-se: Sonho entre amigos (1995), O pequenino grão de areia (1998), A nave de Noé (2000), O livrinho sem figuras (2002), Olívia (2003), Um, dois, três... Cada um tem sua vez (2007), Sobre o telhado das árvores (2008) e Vovô é um cometa (2008). |